Monday, July 9, 2007

Máquina Royal na Feira do livro de Brito



Numa organização do Centro Social de Brito, realizou-se, a 3 de Junho, a apresentação de Máquina Royal nesta feira do concelho de Guimarães.

Saturday, July 7, 2007


Intervenção de Catarina Nunes na apresentação de Máquina Royal na Casa Fernando Pessoa, em Lisboa, a 6 de Julho de 2007.

Intervenção de Carlos Vaz.

Intervenção de Pompeu Miguel Martins

-Inauguração da Exposição «Nus trágicos de Timor» de César Taíbo, na Delegação Regional de Braga do IPJ, a 22 de Junho de 2007, por D. Ximenes Belo, Prémio Nobel da Paz.

Sunday, March 18, 2007

Sabor&ar-te nº2





Edição de Março do Sabor&ar-te, a 17 de Março, com João Ricardo Lopes em torno de poemas sobre vinho, João Artur Pinto acerca das fotografias que evocam o verde na paisagem e Pompeu Miguel Martins com quadros, textos e filmes oriundos da cultura francesa.

Monday, February 19, 2007

Sabor&ar-te - receitas com arte (2)



Mais uma receita, mais um poema e um quadro.

Wednesday, February 14, 2007

Sabor&arte nº1



1ª parte do Sabor&arte de 10 de Fevereiro de 2007. João Artur Pinto e João Ricardo Lopes abriram a iniciativa.



Ângela Mendes Ferreira trouxe a fotografia sobre paisagem e a fotgrafia construída.



Carlos Vaz trouxe quadros e livros em volta do vermelho na arte contemporânea.



Pompeu Miguel Martins encerrou a primeira edição do Sabor&ar-te trazendo ao lanche cantores que cantaram poetas, enquanto uma chávena de rooíbos da África do Sul dava um aroma último a este encontro que promete já outro, quando Março chegar.

Sunday, February 11, 2007

Sabor&ar-te: Receitas com arte



1ª incursão num programa com uma receita culinária para os dias frios, um poema de Pessanha e um quadro de Snyders.
Experimente!

Thursday, February 8, 2007

Clube de Leitura do IESF





No dia 7 de Fevereiro, Pompeu Miguel Martins esteve na Biblioteca do Instituto de Estudos Superiores de Fafe falando sobre livros e autores, enquadrando as diferentes temáticas segundo o seu interesse pedagógico.
A iniciativa partiu do Clube de Leitura daquela instituição de Ensino Superior, onde durante duas horas, alunos, professores e demais convidados trocaram impressões com o autor acerca das suas opções literárias, bem como da experiência que foram desenvolvendo com os livros no plano pessoal e profissional.
Pompeu Miguel Martins trouxe ao Clube autores com Nuno Júdice, Pablo Neruda, José Craveirinha, Al Berto entre outros.

Saturday, February 3, 2007

Sabor&ar-te nº 1 - Fevereiro de 2007



(Clique na imagem para aumentar o tamanho)

«Sabor&ar-te» é mais uma iniciativa da Editora Labirinto com o intuito de promover diferentes linguagens, aproximando a cultura das pessoas, fazendo com que, em volta de um lanche com produtos genuínos, se assista a um fim de tarde com cultura genuina.

Espero por si.
Abraço

João Artur Pinto

Thursday, February 1, 2007

Poemas escolhidos 2



a ti – só a ti – pertence o verso que falta em cada poema
em ti – só em ti – vi como o silêncio se apodera do sonho

Daniel Gonçalves

Sunday, January 28, 2007

Marca & Projecto - Máquina Royal nos Açores



Este é um breve apontamento da apresentação da obra «Máquina Royal» na Ilha de Santa Maria, nos Açores, em Maio de 2006.
Intervieram neste lançamento o Director do Museu de Santa Maria, João Santos, o editor, João Artur Pinto, o poeta Daniel Gonçalves e Pompeu Miguel Martins.

Saturday, January 27, 2007

Poemas escolhidos nº1




Pompeu Miguel Martins

escolhe

Victor Hugo

Informação colhida em wikipédia:

Filho de Joseph Hugo e de Sophie Trébuchet, nasceu em Besançon, no Doubs, mas passou a infância em Paris. Estadias em Nápoles e na Espanha acabaram por influenciar profundamente sua obra. Funda com os seus irmãos em 1819 uma revista, o Conservateur littéraire (Conservador literário), que já chama a atenção para o seu talento. No mesmo ano, ganha o concurso da Académie des Jeux Floraux.
O seu primeiro recolhimento de poemas, Odes, é publicado em 1822: tem então vinte anos. Mas é com Cromwell, publicado em 1827, que alcançará o sucesso. No prefácio deste drama, opõe-se às convenções clássicas, em especial à unidade de tempo e à unidade de lugar.
Tem, até uma idade avançada, diversas amantes, sendo a mais famosa Juliette Drouet, atriz sem talento que lhe dedica a sua vida, e a quem ele escreve numerosos poemas. Ambos passavam juntos o aniversário do seu encontro e preenchiam, nesta ocasião, ano após ano, um caderno comum que nomeavam o Livro do aniversário.
Criado por sua mãe no espírito da monarquia, acaba por se convencer, pouco a pouco, do interesse da democracia ("Cresci", escreve num poema onde se justifica). A sua idéia é que "onde o conhecimento está apenas num homem, a monarquia se impõe." Onde está num grupo de homens, deve fazer lugar à aristocracia. E quando todos têm acesso às luzes do saber, então vem o tempo da democracia". Tendo se tornado favorável a uma democracia liberal e humanitária, é eleito deputado da Segunda República em 1848, e apóia a candidatura do "príncipe Louis-Napoléon", mas se exila após o golpe de Estado de 2 de Dezembro de 1851, que ele condena vigorosamente por razões morais (Histoire d'un crime).
Durante o Segundo Império, em oposição a Napoléon III, vive em exílio em Jersey, Guernsey e Bruxelas. É um dos únicos proscritos a recusar a anistia decidida algum tempo depois: « Et s'il n'en reste qu'un, je serai celui-là » ("e se sobra apenas um, serei eu"). A morte da sua filha, Leopoldina, deixou-o a tal ponto desamparado que se deixa tentar, na sua lembrança, por experiências espíritas relatadas numa obra diferente nomeada Les tables tournantes de Jersey.
De acordo com seu último desejo, seu corpo é depositado em um caixão humilde que é enterrado no Panthéon. Tendo ficado vários dias exposto sob o Arco do Triunfo, estima-se que 1 milhão de pessoas vieram lhe prestar uma última homenagem.